Uma casa que se conhece pelo nome de quem nela vive
O Quintal Tarumã nasceu da convicção de que adultos mais velhos merecem um lugar com identidade, companhia escolhida e rotina humana.
Voltar ao inícioComo o Quintal Tarumã começou
A casa foi aberta no Batel, Curitiba, por uma família que havia enfrentado a dificuldade de encontrar um lugar adequado para um parente mais velho — um lugar que não fosse clínica, que tivesse vida cotidiana de verdade e que deixasse a pessoa se reconhecer nos próprios objetos.
O nome veio da rua onde a ideia nasceu. Tarumã é uma árvore típica do sul do Brasil, de sombra larga e raízes firmes. A escolha não foi por acaso: a casa foi pensada para ser exatamente isso — um ponto de sombra firme no meio de uma mudança de vida.
Desde a primeira semana, a proposta foi a mesma: receber poucas pessoas, conhecê-las bem e criar as condições para que os próprios moradores e frequentadores construíssem vínculos entre si.
O que nos orienta
Continuidade
A mudança de uma pessoa mais velha para um espaço compartilhado não precisa apagar o que veio antes. Móveis, rotinas e preferências são levados a sério.
Transparência
As famílias têm acesso às informações do dia a dia. Sem jargão, sem eufemismo — conversa direta sobre o que está acontecendo e o que pode ser melhorado.
Ritmo próprio
A casa tem horários, mas não é apressada. O ritmo de cada pessoa é levado em conta, especialmente nas manhãs e nos momentos de refeição.
A equipe da casa
São as mesmas pessoas que recebem os visitantes, servem o café e ficam quando alguém precisa conversar. Não há revezamento constante de rosto.
Márcia Figueiredo
Coordenadora da Casa
Trabalha com convivência de adultos mais velhos há doze anos e conhece pelo nome cada pessoa que passa pela casa.
Roberto Campos
Responsável pela Rotina Diária
Organiza os turnos, o transporte e o calendário da casa desde a abertura. É quem primeiro ouve quando algo precisa mudar.
Lúcia Soares
Cozinha e Refeições
Cuida das refeições com atenção às preferências de cada pessoa. A mesa do Quintal é parte central da convivência.
Padrões da casa
O que a família pode esperar — não como promessa, mas como forma de trabalho.
Ambiente não hospitalar
A casa foi intencionalmente mantida fora do registro de serviços de saúde. É um lar, não uma clínica, e isso orienta cada decisão de espaço e rotina.
Supervisão contínua
Há sempre alguém da equipe presente durante o período de funcionamento. Os turnos da equipe não coincidem com ausências.
Alimentação com atenção
Refeições são preparadas na própria casa. Preferências alimentares e restrições são registradas no momento da chegada e respeitadas.
Privacidade dos dados
Informações pessoais e de saúde compartilhadas pela família são mantidas de forma confidencial e utilizadas apenas para adequar o acolhimento.
Comunicação regular
Famílias de moradores têm conversa mensal com a equipe. Durante estadas, o contato pode ser diário. Há sempre um canal aberto para quem precisa.
Respeito à autonomia
A casa recebe adultos independentes. Cada pessoa mantém seus hábitos, seu ritmo de acordar e suas preferências de como passar o tempo.
Convivência planejada para adultos que vivem bem de forma independente
O Quintal Tarumã fica no Batel, em Curitiba, e atende adultos mais velhos que querem companhia sem abrir mão da própria vida. A proposta é diferente de uma estrutura de saúde: não há equipe médica permanente, leitos ou monitoramento clínico. O que há é uma casa bem organizada, com uma equipe pequena e estável, programa diário de atividades e refeições feitas no local.
Famílias que precisam de um período de descanso do acompanhamento encontram na estada de repouso uma alternativa confortável. Quem quer uma frequência regular sem sair de casa pode optar por dois turnos semanais. E quem está em um momento de mudança mais profunda pode se mudar para o Quintal trazendo os próprios móveis e objetos.
Cada modalidade foi pensada para se encaixar em situações reais. A equipe está disponível para conversar com a família antes de qualquer decisão.
Visite o Quintal Tarumã
A melhor maneira de entender se a casa é a escolha certa é conhecê-la pessoalmente. Combinamos uma visita sem compromisso.
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