O que as famílias contam depois de passar pela casa
Relatos reais de quem escolheu o Quintal Tarumã para alguém próximo. Sem edição, sem exagero.
Voltar ao inícioRelatos de famílias
Experiências com as três modalidades — frequência semanal, estada de repouso e moradia.
Ana Paula Ribeiro
Filha – Curitiba, PR
"Minha mãe começou indo duas manhãs por semana. No primeiro mês ainda precisava de um empurrãozinho para ir. Depois de três meses, ela mesma lembrava os dias e ficava animada na véspera. A Márcia conhece o nome dela, sabe o que ela gosta de conversar. Isso faz diferença."
Julho de 2025
Carlos Figueiredo
Filho – Campo Largo, PR
"Deixamos meu pai lá por duas semanas enquanto viajávamos. Ele não costuma se adaptar fácil a lugares novos, mas a equipe foi apresentando ele devagar, sem forçar. Quando voltamos, ele estava bem — e falava de um senhor que tinha virado amigo dele. Não esperávamos isso."
Junho de 2025
Roberta Salles
Neta – Curitiba, PR
"A vovó se mudou com a poltrona dela, o quadro do corredor e a colcha de crochê. A equipe ajudou a planejar onde cada coisa ia ficar antes da mudança. No dia, estava tudo no lugar. Ela entrou no quarto e disse que parecia que sempre tinha sido assim."
Julho de 2025
Marcos Oliveira
Filho – Pinhais, PR
"O que mais me surpreendeu foi o retorno diário durante a estada. Todo dia à tarde recebia uma mensagem curta contando como o meu pai tinha passado o dia. Simples assim — mas faz toda a diferença quando você está a 1.200 km de distância."
Junho de 2025
Luciana Braga
Sobrinha – Curitiba, PR
"Minha tia foi na semana de experiência desconfiada. Ela é daquelas que não gosta de novidade. Mas voltou falando bem do almoço, do espaço e, principalmente, do Roberto, que ficou conversando com ela sobre o time. É um detalhe, mas ela não esqueceu."
Julho de 2025
Paulo Teixeira
Filho – São José dos Pinhais, PR
"Antes de tomar qualquer decisão, visitamos a casa num horário de manhã. A Márcia nos recebeu, mostrou tudo e perguntou mais sobre meu pai do que nós perguntamos sobre o serviço. Isso disse muito sobre como eles trabalham. Decidimos na semana seguinte."
Junho de 2025
Histórias mais longas
Dois percursos que mostram como a relação com a casa se desenvolve ao longo do tempo.
Da frequência semanal à moradia permanente
O ponto de partida
Dona Helena, 76 anos, morava sozinha no Água Verde. A filha trabalhava fora e queria que a mãe tivesse companhia em pelo menos dois dias da semana.
O processo
Começou pelos dois turnos semanais. Com quatro meses, o grupo das manhãs havia se tornado parte da semana dela. Quando a filha precisou mudar de cidade, a transição para a moradia foi feita com calma, em três meses de planejamento.
Hoje
Dona Helena mora no Quintal há dois anos, com o próprio armário e a foto da família na mesinha. A filha visita toda semana e tem a conversa mensal com a equipe.
"Eu não queria que ela se sentisse em um lugar estranho. O Quintal conseguiu ser o oposto disso." — Beatriz, filha de Dona Helena
Estada de repouso que virou referência
O ponto de partida
A família de Seu Antônio, 81 anos, precisava de duas semanas de descanso. Era a primeira vez que ele ficaria em um lugar diferente de casa sem a família presente.
O processo
A equipe conversou com a família antes, registrou as preferências dele — hábito de ler pela manhã, café sem açúcar, não gosta de muito barulho antes do almoço. Quando chegou, o quarto estava organizado e havia um livro na mesinha.
O resultado
As duas semanas passaram bem. No terceiro dia, Seu Antônio já participava do grupo da manhã. A família voltou descansada. Ele voltou ao Quintal mais duas vezes nos meses seguintes.
"A gente foi preocupado. Voltou aliviado. Ele foi contente." — Família de Seu Antônio
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Horário de atendimento
Segunda a sexta: 8h às 18h
Sábado: 9h às 13h
Números da casa
7+
anos em funcionamento
140+
famílias atendidas
3
modalidades disponíveis
94%
satisfação das famílias
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